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The Strain: Video A História do Occido Lumen


 

A História do Occido Lumen

 

Este livro é única esperança da humanidade? Descubra a história do Occido Lumen. O livro contém informação de como matar O Mestre e Setrakian não descansará até encontrá-lo.

“…Aquele livro — não um fac-símile ou uma fotografia — era crucial para a compreensão do inimigo, os strigoi. E para vencê-los.
O livro era baseado numa coleção de antigas tábuas de argila da Mesopotâmia, inicialmente descobertas em jarros dentro de uma caverna nas montanhas Zagros em 1508. Escritos na língua sumeriana e extremamente frágeis, as tábuas foram vendidas a um rico comerciante de seda, que viajou com elas por toda a Europa. O comerciante foi encontrado estrangulado em Florença, e seus armazéns incendiados. As tábuas, entretanto, sobreviveram em poder de dois necromantes, o famoso John Dee e um acólito mais obscuro conhecido historicamente como John Silence. Dee foi consultor da rainha Elizabeth I, e, incapaz de decifrar o que estava gravado ali, conservou as tábuas como um artefato mágico até 1608, quando, forçado pela pobreza, vendeu tudo por intermédio de sua filha Katherine para o culto rabino Avigdor Levy, morador do antigo gueto de Metz, em Lorraine, na França. Durante décadas o rabino foi decifrando meticulosamente as tábuas, utilizando suas incríveis habilidades, pois decorreriam três séculos antes que outros pudessem finalmente decifrar artefatos semelhantes. Por fim o judeu apresentou suas descobertas sob a forma de um manuscrito, oferecido como presente ao rei Luís XIV. Ao receber o texto, o rei ordenou a imediata prisão do velho rabino e a destruição das tábuas, bem como de toda a biblioteca de textos e artefatos religiosos que o judeu mantinha. As tábuas foram pulverizadas, e o manuscrito ficou jogado num cofre junto com muitos tesouros proibidos. Secretamente, madame de Montespan, amante do rei e uma ávida admiradora do oculto, orquestrou em 1671 a recuperação do manuscrito, que permaneceu nas mãos de La Voisin, uma parteira que era a feiticeira e confidente de Montespan, até seu exílio causado pela histeria em torno do Affaire des Poisons. O livro veio de novo à tona brevemente em 1823, aparecendo na posse do notório réprobo e acadêmico londrino William Beckford. Estava relacionado como parte da biblioteca em Fonthill Abbey, o palácio extravagante onde Beckford acumulava artefatos, livros e incríveis e raros objetos de arte. O palácio neogótico e todo seu conteúdo foram vendidos para um comerciante de armas a fim de saldar uma dívida, e o livro permaneceu desaparecido por quase um século. Em 1911 foi listado erroneamente, ou talvez por má-fé, sob o título de Casus Lumen, como parte de um leilão em Marselha; mas o livro nunca foi exibido, e o leilão foi sumariamente cancelado depois que uma misteriosa revolta explodiu na cidade. Nos anos subsequentes, o manuscrito foi dado pela maioria das pessoas como destruído…”

Trecho do Livro A Queda.


 

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